quinta-feira, 12 de março de 2015

R$ 27 milhões: Bunge é a primeira trading a investir em Santa Filomena

A holandesa Bunge, no Brasil desde 1905, sendo uma das maiores empresas de agronegócio e alimentos do país, inaugurou no final da manhã da última quarta-feira (11), seu primeiro silo em Santa Filomena, região sudoeste do estado do Piauí, a 905 quilômetros de Teresina. 

O evento aconteceu às 11h30, na BUNGE ALIMENTOS S/A, localizada na Serra Cabeceira do Riachão, ao lado da rodovia PI-254, distante 35 quilômetros da cidade de Santa Filomena. Dezenas de agricultores compareceram na solenidade, além de autoridades civis e militares. Na oportunidade, se pronunciaram o gerente nacional da Bunge, senhor Leonardo Molan, e o vereador José Bonifácio Bezerra (PC do B), representando o Poder Legislativo filomenense. Também estiveram presentes à inauguração da Bunge os vereadores Alberto Rocha (PTB), Cristóvão Dias (PSB), Raimundo Firmino (PTB), Renato Vieria (PTB) e Tony Santos (PV)

O prefeito municipal de Santa Filomena, Esdras Avelino Filho (PTB), não se fez presente ao ato por se achar em Teresina, onde no dia anterior havia se encontrado com o governador Wellington Dias (PT), tratando de assuntos de interesse público. Mas esteve representado pelos secretários Mussolini Filho, Pedro Maia, Gilberto Matos, João Lustosa e José Nazário. O desenlace ou corte da fita foi feito pelo presidente da Câmara de Santa Filomena, vereador Cristóvão Dias Soares (PSB), e pelo gerente nacional da Bunge, senhor Leonardo Molan, ao lado do colega Sandro Wilsmann, gerente regional da Bunge (PI, MA, TO, PA e parte do MT).

Em seguida, alguns técnicos da companhia se dirigiram às instalações da Bunge Alimentos, explicando aos agricultores e às autoridades os detalhes sobre o funcionamento da Unidade. Com 35 hectares de área e investimento de cerca de R$ 27 milhões, o silo tem capacidade de armazenamento de 32 mil toneladas de soja, podendo chegar a 77 mil toneladas com a utilização de silos bags, uma alternativa para ampliar a capacidade de estocagem.

Além do crescimento da capacidade de armazenamento no Piauí, a companhia já mantém quatro silos na região e uma unidade de processamento de soja na cidade de Uruçuí, para onde irá a soja de Santa Filomena, via Elizeu Martins, e de onde o produto - já beneficiado - será levado para o Porto de Suape e/ou a Refinaria Abreu e Lima, em Recife, Pernambuco. 

O investimento em Santa Filomena proporcionará uma logística mais vantajosa com relação à exportação do produto e intensificará a parceria da Bunge com os produtores locais.  “Os primeiros passos foram dados há 12 anos com a construção da fábrica de esmagamento em Uruçuí, quando, junto com nossos parceiros produtores agrícolas, identificamos o potencial de produção do Estado. Desde então, a Bunge vem impulsionando o crescimento da região com diversos investimentos, como este silo de Santa Filomena. O pioneirismo da empresa, aliado ao empreendedorismo dos produtores rurais, tem levado desenvolvimento aos locais mais remotos do país, com benefícios econômicos e sociais, aliados ao nosso compromisso com o meio ambiente”, explica Leonardo Molan, Gerente Nacional da Bunge Brasil.

No empreendimento, a Bunge deverá gerar dezenas de empregos diretos/indiretos na região.  Sobre a Bunge - Presente no Brasil há 110 anos, a Bunge é uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do Brasil e uma das maiores exportadoras. Atua de forma integrada, do campo à mesa do consumidor. Desde a compra e processamento de grãos (soja, trigo e milho), produção de alimentos (óleos, margarinas, maioneses, azeite, arroz, farinhas de trigo, molhos e atomatados), serviços portuários até a produção de açúcar e bioenergia. 

Eleita empresa mais sustentável do agronegócio pelo Guia Exame de Sustentabilidade, a Bunge conta com cerca de 20 mil colaboradores, atuando em mais de 100 instalações, entre fábricas, usinas, moinhos, portos, centros de distribuição e silos, em 19 estados e no Distrito Federal. Marcas como Delícia, Salada, Soya, Salsaretti, Primor, Cardeal e Bunge Pro estão profundamente ligadas não apenas à história econômica brasileira, mas ainda aos costumes, à pesquisa científica, ao pioneirismo tecnológico e à formação de gerações de profissionais.







Fonte: Aline Brandi/ASCOM