domingo, 25 de outubro de 2015

Ríver 2 x 0 Ypiranga-RS – Artilheiro brilha e deixa Galo perto da final

O Ypiranga-RS foi a Teresina, impôs seu jogo, criou as melhores oportunidades, carimbou a trave, mas “esqueceu-se” de um detalhe: o gol. Mesmo sem exibir um bom futebol, oRíver-PI largou em vantagem na briga por vaga à final do Campeonato Brasileiro da Série D. Com apoio da torcida, o Galo venceu os gaúchos, por 2 a 0, com dois gols do atacante Eduardo, na noite deste sábado, no Estádio Albertão.

Na partida de volta, que acontece no próximo sábado, no Estádio Colosso da Lagoa, em Erechim, o Tricolor poderá perder até por dois gols de diferença, caso marque ao menos um gol. Aos clube gaúcho, resta buscar uma vitória três ou mais gols de diferença. Uma vitória por 2 a 0 levaria a disputa aos pênaltis. O vencedor deste confronto vai encarar o ganhador do embate entre Botafogo-SP e Remo-PA.

GOLS DO RIVER

O QUE VALE É GOL!
Apesar da boa presença de público tricolor no Albertão, o Ypiranga jogou com muita tranquilidade e até parecia jogar em terras gaúchas. Muito cauteloso, o River não encaixou seu meio-campo, não conseguiu impor seu jogo e até viu o adversário melhor em diversos momentos.

Aos 16 minutos, aconteceu a primeira polêmica. Após bela triangulação com o lateral Laerte, o atacante Saldanha tocou para o atacante João Paulo, que levou um trombada na área e caiu pedindo pênalti. O árbitro Paulo Henrique de Melo Salmazio mandou o lance seguir e causou revolta dos visitantes.

Com uma marcação implacável, o time gaúcho seguiu anulando o meio-campo do Galo. Fato que deixou o jogo truncado e favorável aos sulistas. O jogo só voltou a ganhar em emoção aos 29 minutos, quando aconteceu nova polêmica. João Paulo cruzou para a área e os jogadores reclamaram de um corte de mão do zagueiro tricolor Índio. O juiz nada deu.

A partir dos 30 minutos, o River acordou. Foram duas grandes chances com o atacante Fabinho, que mandou pela linha de fundo, aos 31, e exigiu boa defesa do goleiro Carlão, aos 35 minutos.

A melhora surtiu efeito aos 37, quando os piauienses abriram o placar. Fabinho cruzou da esquerda e o zagueiro Fernando mandou contra o próprio gol. Carlão ainda fez um milagre, mas no rebote o atacante Eduardo só completou. Aos 41, o mesmo Eduardo chegou a carimbar a trave de cabeça.

VALE BOLA NA REDE
Na segunda etapa, o Canarinho voltou disposto a conquistar, ao menos, o empate. Antes dos 20 minutos, o time criou pelo menos três grandes chances. Aos 13 minutos, o meia Maycon aproveitou sobra na área e concluiu com perigo para fora. Aos 17, Maycon deu toque de calcanhar para grande defesa do goleiro Naylson. Aos 19, João Paulo chegou a marcar, mas o árbitro assinalou impedimento.

Em meio a esta pressão do time gaúcho, o River conseguiu chegar com perigo em apenas uma oportunidade. Aos 15 minutos, o meia Júnior Xuxa tocou por cobertura para o volante Thiago Dias. Ele poderia ter concluído a gol, mas optou por tocar o lateral Toti, que perdeu.

A partida continuou com domínio do time visitante, que não conseguiu transformar a superioridade em gols. Aos 29 minutos, o clube perdeu outra chance de empatar. Saldanha cobrou escanteio da direita e o volante Costa desviou de cabeça, na trave esquerda de Naylson.

Se o adversário seguiu sem balançar as redes, o Ríver contou com a eficiência de Eduardo para sacramentar a vitória. Aos 44 minutos, o atacante desviou de cabeça e Carlão fez defesa incrível. Na sobra, Fabinho cruzou e o camisa 9 mandou não desperdiçou.


Fonte: Portal AZ