quarta-feira, 2 de agosto de 2017

'Cada comarca do Piauí terá pelo menos um juiz', afirma presidente do TJ

presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Erivan Lopes
O presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Erivan Lopes, assinou nesta quarta-feira (02) a nomeação de 16 juízes para o Piauí. O concurso dos efetivos foi homologado esta semana. De acordo com o presidente, os novos juízes serão lotados no interior, conforme as demandas das comarcas.
"Agora cada comarca vai ter, pelo menos, um juiz. Os novos juízes passarão por um curso de carga horária de 480 horas e depois eles já deverão tomar posse", esclareceu o presidente do TJ. 
O presidente disse ainda que com a nomeação, o Tribunal de Justiça vai contar agora com o quadro de oito juízes substitutos para suprir eventuais faltas ou férias de magistrados. 
Dos 16, três dos novos concursados ingressaram através das cotas para negros e dois nas vagas de pessoas com deficiência. 
Além destes, mais uma vaga está sub judice, conforme informou Erivan, e tão logo for julgada, poderá haver mais um concursado, passando o total a 17.
Atualmente o Piauí conta com 64 comarcas, com 162 juízes e 19 desembargadores.
Desertificação
Aconteceu hoje também no TJ-PI, uma reunião de implementação de políticas públicas para o combate a desertificação no Brasil. Erivan Lopes destacou que o evento tem caráter internacional e que o Tribunal está apoiando a realização porque vem trabalhando em uma política de sustentabilidade, segundo orientação do CNJ e por isso está encampando o evento.
“Inclusive porque temos a frente desta campanha lá no CNJ o conselheiro piauiense, que é o Dr. Norberto Campelo, então firmamos parceria com o Ministério do Meio Ambiente, que tem a frente da Secretaria Nacional de Combate a desertificação, o professor Valdemar Rodrigues, que é um piauiense de coração, que já morou aqui  e amanhã temos a abertura do evento”
O desembargador ressaltou que o encontro irá debater soluções para o problema da desertificação. “Que é um problema que hoje assola o Nordeste brasileiro, especialmente o Nordeste brasileiro, em decorrência dos três últimos anos de seca que tivemos”. 

Fonte: CidadeVerde